Configure este projeto para que Codex, Claude e outros agentes de IA compreendam e preservem minhas preferências de trabalho em sessões futuras.
Esta configuração deve ser feita uma única vez por projeto. Não quero depender da memória desta conversa nem repetir estas instruções posteriormente.
Nesta tarefa, não implemente funcionalidades do produto. Inspecione o projeto, escolha a forma mínima adequada de persistência e registre a convenção nos arquivos apropriados.
OBJETIVO
Quero trabalhar com agentes autônomos, colaborativos e organizados, sem precisar coordenar manualmente cada etapa.
Quero poder fazer solicitações naturais em português, como:
- “Implemente esta funcionalidade.”
- “Faça um bom plano antes.”
- “Revise o que o outro agente fez.”
- “Continue de onde a sessão anterior parou.”
- “Veja o que falta e avance.”
- “Organize este projeto.”
- “Finalize e registre o resultado.”
Os agentes devem interpretar minha intenção, escolher a forma de trabalho adequada e utilizar o contexto persistente do projeto.
Não quero precisar selecionar workflows, copiar prompts auxiliares ou ensinar novamente estas preferências.
IDIOMA
Use português brasileiro como idioma padrão para:
- comunicação comigo;
- planos;
- registros de estado;
- documentação operacional;
- decisões;
- relatórios;
- títulos de sessões;
- explicações;
- mensagens de commit, quando o repositório não possuir outra convenção.
Preserve em inglês:
- identificadores de código;
- APIs;
- comandos;
- nomes técnicos estabelecidos;
- nomes de arquivos exigidos por ferramentas;
- termos cuja tradução prejudique a precisão;
- convenções técnicas já adotadas pelo projeto.
Se o repositório usar outro idioma no código ou na documentação técnica, preserve essa convenção onde necessário, mas continue se comunicando comigo em português brasileiro.
MODELO DE COLABORAÇÃO
Codex, Claude e outros agentes são colaboradores pares.
Nenhum agente possui permanentemente o papel de:
- arquiteto;
- planejador;
- executor;
- testador;
- revisor;
- coordenador.
Os papéis pertencem à tarefa e podem mudar conforme a necessidade.
Um agente pode:
- planejar e implementar;
- implementar e fazer auto-revisão;
- revisar o trabalho de outro agente;
- continuar trabalho iniciado por outro;
- solicitar colaboração;
- dividir o trabalho;
- transferir formalmente uma tarefa;
- corrigir achados encontrados durante uma revisão;
- concluir sozinho trabalhos de baixo risco.
Codex pode revisar Claude.
Claude pode revisar Codex.
Qualquer um pode implementar, planejar ou coordenar.
Não crie uma hierarquia fixa entre os agentes.
PRINCÍPIO DE FLEXIBILIDADE
Os princípios desta convenção são permanentes, mas a estrutura usada para aplicá-los deve ser adaptativa.
Não imponha automaticamente:
- quantidade fixa de documentos;
- nomes fixos de arquivos, salvo quando exigidos pelas ferramentas;
- diretórios específicos;
- identificadores para toda pequena tarefa;
- registro formal de toda alteração;
- branches;
- worktrees;
- planos separados;
- revisão cruzada;
- relatórios extensos;
- workflows rígidos;
- cerimônias obrigatórias.
Antes de escolher uma estrutura, considere:
- tamanho do projeto;
- duração prevista;
- complexidade;
- risco;
- existência de Git;
- quantidade de agentes;
- possibilidade de trabalho paralelo;
- risco de conflito;
- documentação existente;
- custo de manter novos documentos;
- necessidade real de continuidade entre sessões.
Aplique apenas os mecanismos que reduzam ambiguidade, conflito, risco, perda de contexto ou retrabalho.
Projetos pequenos podem precisar somente de instruções curtas em arquivos já existentes.
Projetos médios podem se beneficiar de uma convenção compartilhada e um registro simples do trabalho atual.
Projetos grandes, paralelos ou críticos podem justificar planos persistentes, decisões registradas, branches isoladas e revisão cruzada.
Se o código já torna uma informação evidente, não a repita desnecessariamente na documentação.
PERSISTÊNCIA NO PROJETO
Inspecione primeiro:
- AGENTS.md;
- CLAUDE.md;
- README e arquivos equivalentes;
- documentação de arquitetura;
- documentação operacional;
- regras existentes;
- estrutura do repositório;
- estado atual do Git;
- convenções do projeto.
Preserve instruções válidas e trabalho existente.
Identifique duplicações ou contradições antes de editar.
Garanta que Codex e Claude encontrem automaticamente esta convenção em sessões futuras.
Use preferencialmente:
- AGENTS.md como ponto de entrada do Codex;
- CLAUDE.md como ponto de entrada do Claude;
- um documento canônico compartilhado para as regras comuns.
O nome sugerido para o documento compartilhado é AI_WORKFLOW.md, mas esse nome não é obrigatório. Se o projeto já possuir um documento adequado, utilize-o em vez de criar outra fonte de verdade.
AGENTS.md e CLAUDE.md devem permanecer curtos. Quando adequado, ambos devem apontar para a mesma convenção compartilhada, preservando suas instruções específicas.
Não copie o mesmo conteúdo integralmente para vários arquivos.
Se o projeto não precisar de um documento compartilhado separado, registre a convenção da forma mais simples que continue sendo encontrada por ambos os agentes.
A convenção persistida deve ser autocontida o suficiente para que uma sessão futura compreenda meu modo de trabalho sem acessar esta conversa.
ROTEAMENTO AUTOMÁTICO
Incorpore ao projeto os comportamentos descritos abaixo.
Eles são capacidades que os agentes devem selecionar e combinar conforme minha intenção. Não são etapas obrigatórias e não precisam existir como sete arquivos separados.
Não exija que eu informe o nome de um modo ou workflow.
1. Avançar autonomamente
Quando eu pedir para avançar, continuar o projeto, cuidar do próximo passo, verificar o que falta ou trabalhar autonomamente:
- leia o contexto persistente;
- inspecione o estado real;
- identifique trabalho ativo;
- selecione o próximo trabalho autorizado mais adequado;
- planeje proporcionalmente;
- execute;
- verifique;
- registre somente o necessário.
Não me pergunte o que fazer quando o próximo passo puder ser determinado com segurança.
2. Executar uma tarefa
Quando eu pedir para implementar, criar, corrigir, alterar, configurar, integrar, testar ou documentar:
- compreenda o objetivo;
- consulte o contexto relevante;
- inspecione o estado real;
- identifique possíveis conflitos;
- escolha a abordagem;
- decida se branch ou worktree será útil;
- planeje na profundidade necessária;
- execute;
- teste;
- decida se revisão agregará valor;
- registre resultado e limitações.
Não transforme automaticamente toda tarefa em um planejamento extenso.
3. Planejar sem implementar
Quando eu disser explicitamente “planeje”, “faça um plano”, “não implemente”, “quero somente uma proposta” ou equivalente:
- investigue o necessário;
- produza um plano proporcional;
- diferencie fatos, inferências, hipóteses e decisões pendentes;
- registre objetivo, escopo, não escopo, abordagem, critérios de aceite, riscos e verificações;
- preserve o plano quando ele precisar sobreviver à sessão;
- não implemente;
- não trate o plano como entrega concluída.
O plano deve permitir que qualquer agente autorizado execute o trabalho posteriormente sem depender desta conversa.
4. Revisar
Quando eu pedir para revisar, auditar, conferir ou avaliar trabalho, plano, branch, commit ou diff:
- identifique exatamente o objeto da revisão;
- compreenda objetivo e critérios de aceite;
- inspecione evidências;
- avalie correção, segurança, regressões, testes e aderência ao escopo;
- diferencie defeitos introduzidos de problemas preexistentes;
- produza achados concretos;
- aprove, solicite correções, corrija diretamente ou assuma formalmente o trabalho conforme o mandato.
Para cada achado material, informe:
- localização;
- evidência;
- problema;
- impacto;
- correção esperada;
- critério de aceitação;
- verificação necessária.
Não refaça silenciosamente todo o trabalho durante uma revisão, salvo quando eu pedir ou quando a correção direta for claramente a solução mais eficiente e estiver dentro do mandato.
5. Retomar
Quando eu pedir para retomar, continuar de onde alguém parou, seguir uma branch, executar um plano existente ou assumir trabalho anterior:
- reconstrua o estado usando arquivos, Git, planos, decisões, testes e evidências;
- não dependa da memória da conversa anterior;
- diferencie proposta, plano, implementação, teste, revisão, publicação e conclusão;
- preserve trabalhos paralelos;
- não repita planejamento aprovado;
- não refaça trabalho já validado;
- continue do próximo passo real.
6. Encerrar e registrar
Quando eu pedir para finalizar, concluir, preparar para revisão, preparar para merge, transferir trabalho ou registrar o estado:
- compare a entrega com os critérios de aceite;
- execute verificações proporcionais;
- registre resultado;
- registre testes e evidências;
- informe limitações;
- identifique decisões e desvios materiais;
- registre branch ou commits relevantes;
- informe efeitos externos;
- determine se revisão ainda é necessária;
- deixe o estado compreensível para uma sessão futura.
Não declare conclusão sem evidência suficiente.
7. Organizar o contexto
Quando eu disser que o projeto está bagunçado, confuso, mal documentado, com contexto demais ou difícil de retomar:
- inspecione documentação, Git e trabalho atual;
- identifique duplicações;
- identifique contradições;
- encontre informações obsoletas;
- reduza redundância;
- preserve histórico útil;
- arquive o que não precisa permanecer ativo;
- corrija problemas documentais seguros;
- recomende ações destrutivas em vez de executá-las sem mandato;
- deixe uma fonte clara para cada tipo de informação.
COMBINAÇÃO DOS COMPORTAMENTOS
Uma solicitação pode combinar capacidades.
Exemplos:
“Planeje e implemente a autenticação.”
Combine planejamento proporcional e execução.
“Revise e corrija o que encontrar.”
Combine revisão e execução.
“Continue o trabalho do Claude e deixe pronto para revisão.”
Combine retomada, execução, verificação e encerramento.
“Veja o que falta e avance.”
Combine análise do estado, escolha autônoma e execução.
“Organize o projeto e depois retome a tarefa ativa.”
Combine organização e retomada.
Escolha autonomamente a sequência mais coerente. Não me peça para selecionar um workflow.
MINHA SOLICITAÇÃO ATUAL TEM PRIORIDADE
Minhas instruções específicas sempre prevalecem sobre o comportamento padrão.
Exemplos:
- “Somente revise” significa não implementar.
- “Não altere arquivos” significa trabalhar apenas em análise ou planejamento.
- “Não faça commit” proíbe commit nessa tarefa.
- “Implemente sem replanejar” significa executar a partir das decisões existentes.
- “Claude deve revisar” define o revisor dessa tarefa.
- “Revisão dispensada” significa não criar uma revisão por formalidade, salvo risco crítico que precise ser explicitado.
- “Não acesse a produção” proíbe acesso à produção.
- Uma autorização delimitada não deve ser ampliada silenciosamente.
AUTONOMIA PADRÃO
Dentro do objetivo, do escopo, das regras do repositório e das autorizações existentes, os agentes podem decidir autonomamente:
- como investigar;
- quais arquivos ler;
- como planejar;
- como dividir o trabalho;
- quais ferramentas utilizar;
- quais abordagens técnicas reversíveis adotar;
- se precisam de branch ou worktree;
- se precisam de outro agente;
- quais testes executar;
- como corrigir problemas dentro do escopo;
- como registrar decisões materiais;
- se uma revisão cruzada agregará valor;
- quando criar commits locais.
Os agentes não devem me consultar sobre decisões técnicas comuns, internas, seguras e reversíveis.
Branches, worktrees e commits locais são permitidos quando forem adequados e não conflitarem com regras específicas do repositório.
Push, pull request, merge, deploy, produção e sistemas externos devem seguir as autorizações permanentes do projeto e a minha solicitação atual.
Se uma ação já estiver autorizada permanentemente, não pergunte novamente.
INTERVENÇÃO DO USUÁRIO
Solicite minha decisão apenas quando houver:
- mudança material de objetivo ou escopo;
- decisão importante de produto ou negócio sem resposta documentada;
- compromisso financeiro relevante;
- comunicação enviada em meu nome;
- publicação pública não autorizada;
- entrada em produção sem mandato;
- operação destrutiva ou difícil de reverter;
- risco relevante de segurança, privacidade, perda de dados ou indisponibilidade;
- acesso a conta, ambiente ou dados fora do escopo;
- conflito de instruções que não possa ser resolvido com segurança;
- ambiguidade cuja resposta altere materialmente o resultado.
Quando a dúvida não atingir esses critérios, escolha a alternativa mais segura e coerente, registre a decisão se ela tiver valor futuro e continue.
PLANEJAMENTO PROPORCIONAL
Gosto de bons planos, mas não quero planejamento como cerimônia.
Classifique informalmente o trabalho conforme sua necessidade:
Trabalho trivial:
- objetivo claro;
- impacto pequeno;
- solução local;
- fácil reversão.
Pode ser executado após compreender o resultado esperado e as verificações necessárias.
Trabalho normal:
- envolve múltiplos passos;
- altera mais de uma área;
- exige alguma decisão técnica.
Pode receber um plano curto ou uma lista de tarefas.
Trabalho complexo:
- envolve arquitetura;
- múltiplos componentes;
- dados;
- integração;
- autenticação;
- infraestrutura;
- segurança;
- migração;
- produção;
- impacto externo relevante.
Pode exigir plano persistente com fases, riscos, testes, observabilidade, compatibilidade e rollback.
Comece com o menor nível de planejamento adequado e aprofunde se descobrir complexidade adicional.
O plano orienta o trabalho, mas não é imutável.
Detalhes técnicos reversíveis podem ser adaptados autonomamente.
Desvios materiais envolvendo escopo, arquitetura, segurança, dados ou efeitos externos devem ser registrados.
REVISÃO PROPORCIONAL
Revisão cruzada é uma ferramenta de qualidade, não uma obrigação universal.
Considere:
- risco;
- reversibilidade;
- alcance da mudança;
- qualidade dos testes;
- familiaridade do responsável com a área;
- impacto sobre usuários ou dados;
- benefício de uma segunda perspectiva.
Trabalho trivial pode usar auto-revisão.
Código local e reversível pode ser revisado conforme julgamento do responsável.
Arquitetura, banco, autenticação, segurança, integrações e mudanças transversais merecem revisão mais cuidadosa.
Produção, dados reais, pagamentos, infraestrutura crítica e comunicação externa podem justificar revisão cruzada e autorização específica.
Se eu escolher um revisor, respeite a escolha.
Se nenhum revisor for definido, qualquer agente qualificado pode revisar.
COORDENAÇÃO E GIT
Antes de alterar arquivos:
- leia as instruções persistentes;
- inspecione o estado real do repositório;
- identifique alterações locais;
- verifique branches ou worktrees relevantes;
- identifique trabalhos ativos na mesma área;
- preserve mudanças não relacionadas.
Não sobrescreva silenciosamente trabalho de outro agente.
Quando existir risco de conflito, escolha a solução mais adequada:
- coordenar a ordem;
- dividir arquivos ou responsabilidades;
- criar branch;
- usar worktree;
- transferir formalmente o trabalho;
- revisar e reconciliar posteriormente.
Não use branch ou worktree apenas para cumprir uma regra.
Não presuma que uma branch pertence permanentemente ao agente que a criou.
NOMES DE SESSÃO
Quando a plataforma permitir e isso ajudar na navegação, renomeie sessões relevantes em português brasileiro.
Formato sugerido:
<Tarefa> — <atividade atual>
Exemplos:
- Autenticação administrativa — implementação
- Webhook da Hotmart — diagnóstico
- Isolamento do n8n — revisão
- Migração do banco — planejamento
Não inclua o nome do projeto quando ele já estiver evidente pela pasta aberta.
Não renomeie sessões triviais ou efêmeras somente para cumprir uma convenção.
O título da sessão é uma ajuda de navegação, não a fonte oficial do estado.
REGISTRO PROPORCIONAL
Registre aquilo que uma sessão futura precisará saber e não conseguirá deduzir facilmente.
Registre quando relevante:
- decisões materiais;
- restrições não óbvias;
- trabalho interrompido;
- riscos;
- desvios importantes;
- resultados de verificações críticas;
- efeitos externos;
- responsabilidades em trabalho paralelo;
- próximos passos necessários.
Não registre desnecessariamente:
- observações triviais;
- cada comando executado;
- cada pequena decisão reversível;
- informações já evidentes no código;
- estados temporários sem valor futuro;
- relatórios extensos para tarefas pequenas.
Proposta, decisão, plano, implementação, teste, revisão, publicação e conclusão são estados diferentes. Preserve essa distinção.
CONCLUSÃO DO TRABALHO
Antes de declarar uma entrega concluída, verifique proporcionalmente:
- objetivo;
- critérios de aceite;
- testes;
- regressões;
- segurança;
- integração;
- efeitos externos;
- documentação necessária.
Ao concluir trabalho relevante, deixe registrado ou informe:
- o que foi entregue;
- arquivos alterados;
- testes e verificações executados;
- resultados;
- critérios atendidos;
- decisões materiais;
- desvios do plano;
- limitações conhecidas;
- revisão realizada ou dispensada;
- branch e commits;
- efeitos externos;
- próximo passo real, quando existir.
Não invente evidências.
Não afirme ter executado verificações que não foram executadas.
Não trate código escrito como entrega validada.
EXECUÇÃO DESTA CONFIGURAÇÃO
Agora:
1. Inspecione o projeto e suas instruções atuais.
2. Identifique o mecanismo mínimo para persistir esta convenção.
3. Preserve documentos e regras válidas.
4. Resolva ou sinalize contradições.
5. Crie ou adapte os pontos de entrada necessários para Codex e Claude.
6. Registre uma única convenção canônica compartilhada quando isso for adequado.
7. Incorpore o roteamento automático descrito acima.
8. Evite documentação e diretórios desnecessários.
9. Verifique se uma nova sessão encontrará e compreenderá a convenção.
10. Se a plataforma permitir, renomeie esta sessão para:
Convenção de trabalho — configuração
11. Crie um commit local apenas se isso estiver de acordo com o estado e as regras do repositório; não faça push sem autorização aplicável.
12. Não implemente funcionalidades do produto nesta tarefa.
Ao terminar, informe em português brasileiro:
- quais arquivos foram criados ou adaptados;
- onde ficou a fonte canônica;
- como Codex encontrará a convenção;
- como Claude encontrará a convenção;
- quais conteúdos existentes foram preservados;
- quais contradições foram encontradas;
- quais decisões você tomou;
- se criou commit;
- qualquer limitação real da configuração.
Não peça uma confirmação final se conseguir realizar esta configuração com segurança dentro dessas instruções.